13.2.07

Há 74 anos


Corria o ano de 1933, era Fevereiro, dia 13.

Maria começou a sentir que o seu bébé ia nascer nessa manhã de Inverno.

As empregadas ainda não tinham chegado e a avó Laura, que era parteira, foi chamada para "aparar" o recém-nascido.

Faltavam dez minutos para as nove horas quando no nº 208 da Rua do Bomfim, no Porto, se ouviu aquele chorar, aquele grito de vida da menina que se iria chamar Teodora como sua tia, irmã de seu pai Artur, já falecida.

Foi há precisamente setenta e quatro anos!

Ela hoje já é bisavó.

Tem uma família que adora, pessoas que ama e uma vida simples,

VERDADEIRA!

Deixa aqui um beijo para vocês, que sei, muito a estimam.

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31.1.07

HIBERNO

Ando literalmente a hibernar...

20.1.07

Velhos Ofícios


A foto é do meu amigo Carlos Romão, da Cidade Surpreendente, que como sabemos é um apaixonado da Cidade, do Porto claro, e um investigador destas coisas.

17.1.07

O Poeta e eu



Tinha decidido recomeçar a estudar para ter acesso ao ISPA, já que a psicologia se tornara numa paixão.
Tínhamos entrado no ano escolar de 1976, as aulas eram de manhã e eu trabalhava nessa altura de noite, num Bar Gay.
Talvez por isso ou por outra incógnita razão, um dia estava eu no corredor à espera da aula quando me puz a questão:
o que é que eu estou aqui a fazer? dei meia volta e saí porta fora e não voltei.
Deixei uma marca, uma publicação no "Boletim Literário dos Alunos..." dum trabalho que nos tinha sido pedido pelo professor de Português, entre a frase de Fernando Pessoa (Valeu a pena? Tudo vale a pena se a Alma não é pequena) e o poema de Antero de Quental "Palácio da Ventura".
Aqui vos deixo o manuscrito e a publicação por ter sido um trabalho que gostei de fazer e do resultado do mesmo.
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É Grande o Coração do Poeta


Tudo vale a pena…

Os ermos que regaram os seus prantos,

Os desesperos, as sombras e quebrantos,

Os caminhos vãos que andaram.

E a noite e o pó e a cinza.


Diz-lhe coração, feito valente,

Diz-lhe que tudo vale a pena

Que a alma do poeta não é pequena,

Pois viver nunca é em vão

Quando a crença é a espada do coração


Se tu vês no amor a razão da própria vida,

E da altura da pena repetida,

Consideras que não foi demais o desengano e a dor

Em vez de flores e encantos e luz de Primavera!

Tu és grande!

Olha o Mundo de frente e continua…

Viver não é em vão e isto é a vida!

Teodora B.
Adenda: o poema pode não estar dividido em versos, como o original, pois tenho tido problemas com o blog, por esse motivo vou postá-lo no
rrras-te-parta

16.1.07

FOLGUEI!


O meu destino é sempre o Mar!

Sou uma perseguidora do belo e do inatingível.

De regresso da Praia das Maçãs passamos por Gouveia, aldeia em verso, onde cada rua ou caminho tem, por baixo do nome, uma quadra, conforme pode ser visto no slide show.

Foi um dia simples, como simples é o meu viver, na companhia de Amigos, que são a minha maior riqueza e neles estão incluídos os amigos-parentes da minha família.