Há dois anos começava assim A Sebenta (reparem na hora, a deshoras, sinal dos tempos em que a net era o meu vício, o meu entretém...):
9.11.04
a minha sina Isto é sina minha...não lhe chamo praga por que é uma andança engraçada esta de seguir sempre, desde o dia 3 de Janeiro deste ano, atrás do Sr. Gil... Só queria mesmo fazer um comentário no seu novo Xicuembo e eis que me vejo metida em "assados"... Olha já estou como o outro- se já está ...deixa estar, depois logo se vê...lol. Não sei se ainda existem sebentas, aqueles caderninhos onde se faziam os rascunhos antes de passar a limpo em letra cuidada e correcções feitas, redacções ou trabalhos da escola. Pois, de qualquer maneira, assim vai ser. GENTE VAMO-NOS DIVERTIR! posted by th 7:02 AM
3 Comments:
Carlos Gil said... Que bom ter-te por aqui Theo, a nova blogger deste chat de ideias que é a blogosfera. Neste, a tua 'sala de conversação' será sempre a minha pois a nossa linkagem mútua foi construída com muito mais. Um beijo para ti e sê bem-vinda, minha Amiga. 11:32 PM
Yurei said... Olá Theo :)* bem-vinda à blogosfera, mundo onde todas as esquizófrenias e não só, são motivo de satisfação.Alguns consideram-na um quadro para expressões contidas. Eu considero-a uma associação de Salas de Visitas.Tu, veremos o que achas...Beijokitas da Yurei-fã da Bi-vovó maravilha! 1:03 PM
Anonymous said... 'BORA LÁ!!!!!!! _ beijo feliz, IO.
1:22 PM
9.11.06
6.11.06
Resposta sem pergunta...
Recebi por email, como pensamento do dia.
O facto é que fiquei a pensar...
e comecei a repensar...
Não é que eu saiba todas as respostas, mas mesmo para aqueles assuntos para os quais pensava ter a resposta, penso agora que tudo está em aberto, que não há apenas uma resposta, que quando julgamos ter certezas se nos pode deparar sempre uma outra verdade.
26.10.06
Hoje-O Mar




Hoje acordei com uma ideia a florescer, que andou a germinar ontem todo o dia: comprar umas calças brancas, de inverno...coisa rara, dificílima de encontrar.
Aprontei-me à pressa, meti-me no carro e lá fui, caminho do Shopping.
Encontrei apenas umas, mal feitas, a faltar ali e a sobrar acolá, próprias para raparigas gordas, com cintura descida.
Passada uma hora desisti.
Mas a caminho de casa o olhar virou-se para o Mar, tinha chuvido imenso à ida, e as nuvens ainda pairavam por ali.
Aparquei, saí do carro e disparei o telemóvel umas quantas vezes, às cegas...não saíram muito mal.
19.10.06
16.10.06
Naiir

clicar na folha para aumentar:

Era minha amiga e se chamava Naiir (assim escrito porque não há is com acento trema).
Tivemos uma relação de amizade enriquecedora e duradoura, conhecíamo-nos desde jovens, mas só depois do meu divórcio é que nos aproximamos mais, já eu vivia em Lisboa.
Apesar de ser uma mulher de fibra não conseguiu alcançar todos os seus objectivos e chegou mesmo a acomodar-se a uma vida vulgar de dona de casa tradicional.
Deixou-me a amizade dos filhos, e foi um deles que me enviou este escrito, que eu recebo como prova de afeição e que, com sua licença, aqui transcrevo.
Fazes-me falta, Naiir, tenho saudades tuas.
Não voltei a ter uma amiga assim, tão irmã como tu.
Tenho segredos para te contar, culpas para desculpabilizar, ternuras para receber.
Vives na minha saudade e na lembrança da Mulher que foste, Amiga!
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