


Estas são algumas das coisa bonitas que encontro no meu caminho do dia a dia
as estórias que ofereço à vossa imaginação

Tive que ir a Lisboa, renovar a minha carta de condução.
Fui de comboio até ao Cais do Sodré e apanhei um autocarro até à Baixa, à Loja do Cidadão. Para ter a certeza de que aquele autocarro me levaria lá, perguntei a um simpático senhor que esperava também na paragem, se o mesmo passava nos Restauradores.
Que sim senhor, que iria tomar o próximo para o mesmo destino.
Amavelmente foi perguntando se eu não era de Lisboa, que ele não era, mas sim do Norte...e etc. e tal, às tantas já me tratava por querida.
E a querida gosta de dançar? e a querida gostaria de tomar um café...e podemos ir dançar depois.
Valeu-lhe eu ser uma diplomata nata.
Entretanto, logo que desci do autocarro fui fotografando, com o telemóvel, que me esqueci da máquina fotográfica.
Fiz o regresso a pé, depois de ter sido prontamente atendida, dado o facto de ter prioridade, pela minha "avançada" idade, vantagens que sempre aprecio, tais como os descontos em transportes, cinemas, teatros, museus e exposições.
É raro ir à Capital, não gosto e já lá não ia há, pelo menos, um ano.
Achei a cidade triste, escura e vazia de gente, com os esqueletos das ornamentações a desfazer-se, o que a tornava ainda mais sombria.
Partilhei uma mesa no McDonald's com uma senhora, que bem poderia ser uma amiga, pois o "papo" foi gostoso, sobre livros, música e cinema, coisa rara, convenhamos.
E foi assim a minha aventura, que ir a Lisboa é isso mesmo.
Nota: eu aqui escrevi tudo direitinho, com parágrafos, espaços, como deve ser, mas a formatação do blog deve ter "pifado" e já sei que vai aparecer tudo encavalitado...paciência, me desculpem, terei que mexer no Template, o que é uma grande empreitada, ou mudar o blog...vou pensar.