9.2.05

The good old days???


 The  'ALLO 'ALLO!  Gallery on YCDTOTV.de    Path: www.YCDTOTV.de/allo_img/j06_080.jpg

Hoje estive a hibernar e, como não fazia há muito tempo,
vi televisão.
Liguei-me aos canais da saudade!
Mas o interessante é que foi sem saudosismos, como quem vai ao museu ou desfolha um álbum de fotografias. Não vou dizer "que bons eram aqueles tempos"...eram diferentes...Eu era diferente!
As minhas prioridades mudaram, os meus gostos, os meus interesses…e aqui para nós, acho que melhorei.
Façam isso, sejam um pouco espectadores dos tempos idos e verão que o que vão ver também é aquilo que vocês mesmos fora
m.


8.2.05

As árvores


Jacarandá de Carcavelos

Por sugestão da revista Sábado, fui à procura deste site, e achei que valia a pena por lá passear; e foi lá que li :

Da próxima vez que passar pelo jardim de S. Lázaro ou da Cordoaria ou decidir passear pelo Passeio Alegre ou a Avenida de Montevideu curve-se perante as árvores locais. É que algumas delas foram recentemente classificadas pela Direcção-Geral das Florestas (DGF), que decretou que 238 árvores da cidade do Porto são "de interesse público". O mesmo é dizer que não podem ser podadas de qualquer maneira e muito menos abatidas ou danificadas. A iniciativa de enviar a proposta de classificação foi de três elementos do grupo ambientalista Campo Aberto. O pelouro do Ambiente da Câmara do Porto saúda a iniciativa e diz estar disponível para a criaçao de um Roteiro das Árvores da cidade. Até 10 de Janeiro, data em que foi publicado em Diário da Repúlicaa listagem das novas classificações, o Porto contava apenas com quatro árvores distinguidas pela DGF. E foi a contastação de um tão baixo número de árvores classificadas no Porto que levou Paulo Araújo, Manuela Ramos e Maria Carvalho a propor a distinção de 11 conjuntos arbóreos da cidade. "Noutros concelhos do país, o número de árvores classificadas era bastante maior, pelo que nos parecia existir uma certa falta de estima em relação ao nosso património arbóreo", explica Paulo Araújo. Sem grande trabalho para descobrir quais as árvores escolhidas ("conhecê-mo-las, andamos a observá-las há bastantes anos", diz Paulo Araújo), os três entusiastas e responsáveis pelo blogue "Dias com Árvores" não levaram muito tempo a elaborar fichas distintivas de cada uma das plantas. Um trabalho adicional mas não essencial para quem pretende apresentar uma candidatura. É que "qualquer pessoa pode fazê-lo", lembra Pedro Araújo, bastando para tal "enviar uma carta à Direcção-Geral de Florestas, dizendo onde está a árvore, mesmo que não saiba o nome dela", explica. No caso do Campo Aberto, as várias árvores escolhidas tiveram em conta "o seu valor [histórico] e o local onde estão situadas". Assim, os jardim da Cordoaria ou S. Lázaro não poderiam ser esquecidos, bem como os 55 exemplares de metrosideros existentes no Jardim do Homem do Leme, na Foz. As espécies Entre as espécies de árvores agora classificadas contam-se magnólias, palmeiras das Canárias, araucárias de Norfolk e araucárias da Austrália, plátanos e jacarandás. Tudo exemplares que "pelo seu porte, idade ou raridade se recomendam a cuidadosa conservação", explica o Diário da República. O vereador do Ambiente na Câmara do Porto, Rui Sá, diz estar "satisfeito" com as novas jóias da coroa da cidade. "Desde que tomei posse, logo numa das primeiras reuniões com a Campo Aberto, manifestaram essa intenção [de apresentar a candidatura das árvores] e achei por bem apoiar a intenção dele. Penso que estas iniciativas têm mais importância quando partem da sociedade civil", defende Sá, acrescentando estar "disponível para continuar a colaborar com este grupo ou outros". A câmara, acrecenta o vereador, "emitiu um parecer favorável" à apresentação da candidatura e está mesmo interessado em colaborar com um Roteiro das Árvores. "Há a possibilidade de ter uma espécie de roteiro que se possa fazer, a nível turístico, dando informações sobre as árvores", diz o vereador, admitindo ainda a possibilidade de colocar placas identificativas nos conjuntos de árvores distinguidas. Com sítio na internet O Porto Património da Humanidade, é assim, a partir de agora, um Porto mais reconhecedor do valor árboreo que tem. Para perceber melhor porque é que a cidade tem 242 árvores classificadas vá vê-las, in loco, ou espreite-as em dias-com-arvores.blogspot.com. Já agora, se conhece alguma árvore que sempre lhe chamou a atenção, pode apresentar a candidatura à DGF para que seja classificada. Para tal, a candidata tem apenas que satisfazer os seguintes requisitos: ser, de algum modo, notável, estar de boa saúde, e não apresentar aleijões devidos a maus tratos ou acidentes. E o proprietário, é claro, tem que concordar com a classificação.

A computadora

Sem querer ser "machista" e porque achei graça, aqui vai dum mail que me enviou uma amiga:
Desculpem este "intervalo", posts seguem dentro do tempo necessário para consertar as entranhas da computadora humana...


Em conversa com um amigo espanhol muito espirituoso, levantei a seguinte questão: "Por que computador em espanhol é feminino, ou seja, computadora?" Ele informou-me: Porque está comprovado em Espanha que os computadores são do sexo feminino mesmo; fêmeas, sem qualquer sombra de dúvida. Eu pedi: - "Apresente uma razão." Ele deu-me 10: 01- Assim que se arranja um aparece outro melhor logo a seguir. 02- Ninguém, para além do criador, é capaz de entender sua lógica interna. 03- Mesmo os erros mais pequeninos que você comete são guardados na memória para futura referência. 04- A linguagem nativa utilizada na comunicação entre computadores é incompreensível para qualquer outra espécie. 05- A mensagem "bad command or file name" é tão informativa como, digamos, "se não sabes porque é que eu estou zangada também não sou eu quem te vai explicar !" 06- Assim que você opta por um computador, seja qual for, você passará a gastar tudo que ganha em acessórios para ele. 07- O computador processa informações com muita rapidez mas não pensa. 08- O computador do seu amigo é sempre melhor do que o que você tem em casa. 09- O computador não faz absolutamente nada sozinho, a não ser que você lhe dê o comando. 10- O computador sempre bloqueia na hora mais ingrata. Mas a sua ausência faz a maior falta... nem pensar em ficar sem ele.

4.2.05

O caos...

Ficheiros de base estão desactualizadosCobrança de dívidas fiscais está bloqueada há meses

João Ramos de AlmeidaPÚBLICO
Problemas no sistema informático complicam a vida de quem pretende regularizar a sua situação fiscal. Situação agrava-se no últimos dias de cada mêsHá meses que os funcionários das repartições de Finanças têm sentido imensas dificuldades em receber o pagamento voluntário de dívidas fiscais por parte dos contribuintes, devido ao bloqueio a nível nacional da aplicação informática relacionada com as execuções fiscais.Nos passados dias 30 e 31 de Janeiro, o sistema esteve, mais uma vez, bloqueado, sem que pudesse ter sido possível cobrar. “É assim todos os meses”, desabafa o responsável de um dos serviços locais. Anteontem, “os contribuintes tiveram de se ir embora porque não havia guias de pagamento”, depois de terem esperado longos períodos. Essas dificuldades são sentidas, sobretudo, no final de cada mês, ou seja, precisamente no final do prazo a partir do qual se inicia a cobrança de juros. A dúvida que se coloca é o que acontecerá aos contribuintes que, por incapacidade da administração, se vêem forçados a pagar fora de prazo e são, por isso, punidos com juros de mora.Os próprios responsáveis dos serviços locais reclamam junto aos serviços centrais, mas não obtêm respostas nem melhorias. Ao contrário: o director-geral dos Impostos remeteu instruções para os serviços não enviarem mais “mails” de chamada de atenção porque estava já a par da situação. Mas ao PÚBLICO, o Ministério das Finanças não explicou, ao fim de dois dias, a causa desse bloqueio, nem o que acontecerá aos contribuintes, designadamente como poderão reaver os juros cobrados indevidamente. Legislação a mais e poder informático A causa para este transtorno operacional está, segundo apurou o PÚBLICO, na gestão do ficheiro dos devedores fiscais, um dos quebra-cabeças da administração fiscal e da sua informatização.Trata-se de um dos ficheiros e das aplicações essenciais, de base, que alimentam as aplicações de conta-corrente de contribuintes, mas que arrastam problemas ao longo de anos. E que se complica por diversas razões. Primeiro, os ficheiros de base encontram- se desactualizados. O tema tem sido objecto de comentários e desconfianças várias por parte dos dirigentes tributários, designadamente em reuniões em que afirmaram não pôr as mãos no fogo sobre a sua veracidade; ou quando, em 2003, a assinatura com o grupo Citigroup para a “titularização” das dívidas obrigou a um exame desses ficheiros, dada a desconfiança do seu conteúdo. Essas dúvidas contaminam ainda as novas aplicações, dado que ainda está em curso a migração dos elementos do antigo Programa de Execuções Fiscais (PEF) para o SEF - Sistema de Execuções Fiscais (já com cerca de cinco anos). A situação agrava-se quando, por qualquer razão, o sistema não se actualiza com o pagamento de dívidas feito pelo contribuinte, sendo este notificado de dívidas já inexistentes – e, às vezes, com ameaças de penhora. Depois, segundo dados recolhidos, mesmo as novas aplicações informáticas fragilizam-se com a complicação fiscal sucessivamente criada à medida que, anualmente, os diversos governos vão alterando a lei. O maior número de parametrizações, excepções, taxas diversas, dificulta o funcionamento quotidiano do sistema. Esta foi, aliás, uma das causas de bloqueios recentes. Em terceiro lugar, de acordo com elementos recolhidos, a informatização não cortou com o poder instalado e de intervenção por parte de certos níveis dos serviços tributários. Um poder que, como já assinalou o Tribunal de Contas, introduz margens de arbitrariedade de quem decide ou manuseia o sistema. Em vez de cortar níveis de intervenção burocrática, as aplicações apenas os informatizou, ou seja, quanto maior o número de intervenientes e de possíveis movimentos, maior o risco de bloqueio do sistema, agravado se esses movimentos ocorrerem na mesma altura do mês. Acresce que o sistema operacional foi desenhado para 500 a 600 operadores quando, afinal, actualmente lidam com ele cerca do dobro, o que o tornou mais lento e moroso. O sistema aceita a abertura de processos e deve emitir uma certidão de dívida que notifica o contribuinte para pagar. Na sua presença, o sistema deverá fazer sair uma guia de pagamento cuja liquidação anula a dívida. Mas “os contribuintes chegavam a ficar meia hora encostados aos balcões, à espera da guia de pagamento”, explica um funcionário tributário. Há quatro meses, quando o sistema bloqueou durante semanas, os serviços da Direcção-Geral de Informática e de Apoio aos Serviços Tributários e Alfandegários (Dgita) tentaram solver o problema, criado por se ter mudado para um modelo mais recente de base de dados (Oracle 8i para 9i). Segundo indicações recolhidas, as empresas contratadas – Oracle e Accenture, responsável pela programação há cerca de três a quatro anos – foram igualmente pressionadas a encontrar soluções, designadamente depois do bloqueio ter sido noticiado. Verificou-se uma intervenção significativa, designadamente por parte da Oracle, mas, ao fim desses meses, a situação mantém-se. A Oracle não se quis pronunciar sobre o caso. O Ministério das Finanças foi convidado a explicar o que se passa e a encontrar soluções para os contribuintes lesados com juros de mora, mas não houve resposta até ao fecho da edição.

3.2.05

Revoltada!

Depois de ter passado a manhã, após várias manhãs, a tentar ser cumpridora para com o fisco, estou em vias de rebentar de fúria.
Cumpri:
Herdei---paguei direitos sucessórios.
Vendi----comuniquei às finanças.
Reenvesti--( pensava ser possível reenvestir numa casa própria...), comuniquei às finanças.
Depois de uma empresa me ter feito as declarações, entreguei-as dentro do prazo, mas as mesmas tiveram que ser substituidas (de 2001 e 2002 paguei 100 euros, por atrazo(?)).
Como não vivia na casa que vendi (herdei de minha mãe, no Porto), vou ter de pagar MAIS VALIAS (+- 2000.00 euros!),que incidirão também, pasmem, sobre a reforma de m.... que recebo!
Digam-me lá se não é caso para estar REVOLTADA!